Projeto CONTEM fecha parceria com UMA e Vértices Casa para vendas de Natal

Começa neste sábado, 08 de dezembro, a venda especial de produtos eco sustentáveis do Projeto Contem. Os artigos estarão presentes nas lojas da UMA e da Vértices Casa na Vila Madalena e no Jardim Paulista. No catálogo, roupas, almofadas, bolsas, ecobags, sacolas, capas para tablets e pequenos computadores, luminárias, entre outros objetos.

Os consumidores paulistanos poderão encontrar produtos de alta qualidade e design contemporâneo para presentear os amigos e familiares neste final de ano. Os preços variam: produtos de papelaria entre R$ 46 e 89, Ecobags em torno de R$ 130, bolsas, carteiras, nécessaire e capas de tablets entre R$ 160 e R$ 450.

Além dos artigos do Projeto, as marcas Adere, Mai & Mai, EcoSimple e Estúdio Manus também participarão da venda com seus produtos. As roupas da marca UMA Raquel Davidowicz estarão à venda na Vértices Casa. As peças das coleções passadas foram customizadas pelos artistas Mozart Fernandes e Mônica Fernandes da Vértices Casa e pelo diretor criativo do Projeto CONTEM, Cláudio Magalhães.

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Serviço:

Dias: 07 a 24 de dezembro

UMA Vila Madalena
Rua Girassol, 273 Vila Madalena São Paulo SP
Horário: Segunda a sexta das 10h às 20h. Sábado das 10h às 18h. Domingos dias 9, 16 e 23 de dezembro das 9h às 15h

UMA Barão de Capanema
Rua Barão de Capanema, 551. Jardins São Paulo SP
Horário: Segunda a sexta das 10h às 20h. Sábado das 10h às 18h. Domingos dias 9, 16 e 23 de dezembro das 9h às 15h

Vértices Casa
Rua Fidalga, 66 Pinheiros São Paulo SP
Horário: Segunda a sábado das 12 às 20hs

Imagens: Divulgação

Designer brasileiro reutiliza plástico para criar luminárias

Conhecido pelo seu trabalho de design com uma faceta multicultural, Brunno Jahara apresentou no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro uma coleção de luminárias voltada para as práticas sustentáveis. Chamada de Multiplastica Domestica, as peças são feitas a partir de embalagens de produtos de limpeza e garrafas de bebida de plástico como uma solução alternativa para a reutilização do material.

A intenção de Brunno é que os objectos discutam sobre a importância da sustentabilidade e sensibilize as pessoas para a enorme quantidade de detritos plástico que acabam no mar todos os dias, contaminando e colocando em risco a vida selvagem dos oceanos.

“Esperamos que a humanidade encontre uma solução real nas próximas gerações para os elementos poluentes e que os plásticos, como sabemos hoje, seja reduzido a item de colecionador raro”, diz Brunno em seu site.

As luminárias são exclusivas e montados no Brasil. As tampas são recolhidos pela Associação Nacional de Reciclagem (Coopamare), em São Paulo.

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Imagens: Divulgação

Pam Warhurst: Como podemos comer nossas paisagens?

O que uma comunidade deve fazer com sua terra sem uso? Plantar comida, é claro. Com energia e humor, Pam Warhurst conta no TEDSalon a história de como ela e uma crescente equipe de voluntários se juntaram para transformar vários terrenos sem uso no Reino Unido em jardins comunitários de vegetais, e assim mudar a narrativa sobre comida na sua comunidade.

Imagem: Divulgação

Responsabilidade social e ambiental nos fones de ouvido da LSTN

Baseada em Los Angeles, a LSTN é uma empresa pequena que fabrica headphones de madeira reciclada. O material é coletado com fabricantes de móveis e são salvos do descarte em aterros sanitários. Segundo o site, a madeira tem melhor ressonância e acústica sonora do que o metal ou o plástico.

Além da experiência musical eco-friendly, a marca fez uma parceria com a Sound Seekers e uma parcela do lucro de cada fone de ouvido vendido é destinada a financiar clínicas que dão suporte e tratamento para surdos na África e na Índia.

E as boas ações não param por aí. A LSTN também ajuda a comunidade local ao doar uma parcela dos rendimentos para a Tracy John Clinic. A clínica fornece aparelhos auditivo e oferece serviços de desenvolvimento educacional para crianças com perda auditiva.

Imagem: Divulgação

Ex-presidente do McDonald’s abre restaurante fast food sustentável

Depois de comandar por 30 anos uma das empresas mais contraditórias do mercado alimentício, Mike Roberts aposta suas fichas na Lyfe Kitchen, restaurante fast food que serve gastronomia sustentável e saudável. Aberta há menos de um ano, a primeira loja da Lyfe (Love Your Food Everyday), na tradução ame sua comida todos os dias, foi inaugurada na cidade de Palo Alto, na Califórnia.

Os frequentadores do espaço vão provar uma cozinha artesanal com alimentos produzidos pelo cultivo orgânico. Nada de manteiga, creme de leite, açúcar e farinha brancos, conservantes, gorduras trans e aditivos. Sem medo do desafio, o local consegue servir pratos saborosos apenas com ingredientes naturais.

No cardápio também não se encontra nenhuma comida com mais de 600 calorias ou 1000 miligramas de sódio. Os cozinheiros criaram pratos que misturam queijos artesanais, ketchup feito a partir da planta mexicana agave (parecida com um cacto) e creme de castanha de caju com frangos, peixes e medalhões de berinjela.

O menu ainda tem versões veganas e livres de glúten. Para beber, os clientes podem pedir sucos frescos de frutas da estação, cervejas artesanais e vinhos biodinâmicos, livres de produtos químicos e produzidos em fazendas locais.

A proposta de Mike é abrir centenas de filiais em apenas cinco anos. O objetivo não é apenas construir uma marca radicalmente sustentável e saudável de fast food. Eles esperam transformar a forma como o mundo produz alimentos para que eles sejam cultivados ou criados de forma responsável.

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Desinfetante para banheiro

Aprenda a fazer uma receita simples que garante um produto de limpeza menos nocivo ao meio ambiente.

- 1 litro de álcool (de preferência 70º)
- 4 litros de água
- 1 sabão caseiro
- Folhas de eucalipto

Deixar as folhas de eucalipto de molho no álcool por 2 dias. Ferver 1 litro de água com o sabão ralado, até se dissolver. Juntar a água e a essência de eucalipto. Engarrafar.

Fonte: Meu Mundo Sustentável
Imagem: fore

Carteira eco-friendly ganha estampas de artistas

Com o objetivo de valorizar o conceito das já conhecidas carteiras de papel, a Paperwallet – marca norte-americana que lançou o produto em 2007 – uniu sustentabilidade e arte.

Feita de material 100% reciclável, parte do qual é Tyvek reciclado – produto atóxico que não polui o meio ambiente e não oferece riscos à saúde -, a carteira vai receber a estampa de obras de artistas de todo o mundo. Os consumidores podem escolher o desenho e levar pra casa um pedaço de uma arte sem pagar os preços das galerias e, a cada compra, o artista também é beneficiado com uma parte do lucro.

Outra ação eco-friendly da empresa é o Programa de Reciclagem. A ideia garante a reutilização do material de antigas carteiras e beneficia o comprador com um cupom de desconto para a próxima compra. É só enviar o antigo modelo com o endereço de e-mail para receber o crédito. A marca entrega no Brasil.

Andres

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Designer japonês cria playground feito de papelão

Ganhador de diversos prêmios de design, o japonês Masahiro Minami se juntou a empresa de brinquedos Nihon Logipack Co. e lançou um playground eco-friendly feito de papelão ondulado. O material reforçado chamado de HIPLE ACE é conhecido por sua resistência a intempéries. Forte como a madeira, mas muito mais leve, o papelão permite que os brinquedos sejam movimentados pelas crianças e podem ser usados em qualquer lugar.

O projeto, chamado de Tsuchinoco, faz referência a figura mítica de uma cobra lendária na cultura japonesa e cria uma aldeia imaginária para o misterioso animal. Os produtos são 100% recicláveis​​, mesmo depois de anos de uso.

O interessante é que o material foi redescoberto pelos japoneses depois do grande terremoto que aconteceu no Leste do país em 2011. Muitas equipes de resgate construíram alojamentos temporários, abrigos, e móveis com o cartão.

O Tsuchinoco pode ser usado ao ar livre, em escolas ou em casa e é uma opção versátil para um entretenimento ecológico para a criançada.

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Café brasileiro ganha selo de certificação sustentável

Desde que a empresa brasileira Hu.man Coffee nasceu em 2008, que a proposta da marca é produzir café de olho nos conceitos de sustentabilidade e com o pensamento voltado para a preservação do meio ambiente. Os quatro anos de desenvolvimento nesta área não foram à toa, em 2012 a marca conquistou o selo UTZ Certified - conferido ao café pela produção ser 100% natural.

O que isso significa? Certifica que os grãos são produzidos sem a utilização de mão de obra irregular, sem insumos químicos, a secagem é feita de maneira natural, a colheita de grãos maduros é feita sem a utilização de máquinas, há o reaproveitamento dos resíduos naturais e todas as fazendas são regulamentadas com os trabalhadores registrados de acordo com as leis trabalhistas.

E os cuidados com a natureza não param aí. A marca apresenta embalagens biodegradáveis, que utilizam apenas madeira de reflorestamento na confecção das caixas de papelão e na embalagem principal do produto.

Outra ação da empresa é destinar parte da renda obtida com a venda dos produtos para o IBCC (Instituto Brasileiro de Controle de Câncer). Na embalagem do café, há o selo “Câncer de mama no alvo da moda”.

Imagem:  Anna Paula

Artista grego cria escultura com peças descartadas de teclados

Hedonism (y) Trojaner é o nome da escultura em formato de cavalo feita por Babi Clouds, artista grego que vive na Alemanha. O nome e a forma da peça sustentável, construída com restos de teclados e resina, faz alusão a figura do Cavalo de Troia e discute duas questões contemporâneas: o hedonismo da cultura atual e a infecção da web em todos os aspectos da vida.

Para fazer a analogia, o artista escolheu a criação lendária da mitologia grega, que é famosa por ter sido a causa da destruição de Roma e que deu o nome a um malicioso vírus da internet, que infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e se espalha para outros computadores. Dessa maneira Babis enxerga o papel da internet e da tecnologia na vida dos seres humanos – um meio para o hedonismo dos seres humanos.

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