“A Forest Year” mostra a transformação da natureza por um ano

O fotógrafo Samuel Orr passou 15 meses tirando fotos das transformações da natureza através de uma janela de sua casa em Bloomington, nos Estados Unidos. Em seguida, compilou o material com cerca de 40.000 fotografias e fez este incrível vídeo com as mudanças que o meio ambiente passa ao longo deste período.

Segundo o site Petapixel, a câmera foi criada para tirar uma foto entre uma vez a cada 10 segundos e uma vez a cada 10 minutos em determinados momentos-chave do ano (queda de neve, primavera, outono cores). Durante a maior parte do tempo, a câmera foi desligada.

Assista:

a Forest Year from motionkicker on Vimeo.
Imagem: Vídeo e fotografia de Samuel Orr

Amplificador feito de bambu dispensa uso de energia elétrica

Dois moradores de uma comunidade nas Filipinas criaram um amplificador de música com pensamento sustentável. Projetado para iPhones, e outros smartphones como o Samsung Galaxy S3, o Loudbasstard é feito de bambu e não precisa de energia elétrica para funcionar.

Segundos os inventores da peça, o Loudbasstard não foi criado para substituir os alto-falantes ou o sistema de som de sua casa, mas para fornecer um amplificador de som pessoal, que é orgânico com um lindo design e que respeita o meio ambiente.

Cada peça é cortada e tingida à mão por artesãos locais de Cebu. O grupo utiliza técnicas tradicionais de corte e modelagem do bambu para compor o produto. Ao comprar o amplificador, você ajuda a natureza e provém um crescimento econômico aos moradores da região.

Designer cria teclado sem fio feito de madeira e musgo

Algumas empresas de tecnologia já lançaram no mercado teclados para computadores feitos de madeira com características eco-friendly. A diferença entre estas peças e a criada pelo designer Robert Tilton é que além da madeira, ele usou musgos para cobrir a parte externa do produto e aproveitou para abrir um diálogo entre a possibilidade de unir tecnologia e natureza.

Inspirado no modelo de teclado sem fio da Apple, Robert desmontou o molde para que as peças de madeira fossem desenhadas no mesmo padrão. Assim, conseguiu manter as funcionalidades, a qualidade e o conforto ao usuário.

A peça orgânica feita em madeira exigiu cuidados específicos para que o material pudesse ser manuseado com facilidade pelo designer e ainda assim mantivesse a durabilidade esperada. Até mesmo os detalhes internos e o sistema foram refeitos por Tilton.

Ainda não existe previsão de que o teclado “verde” seja produzido em grande escala para a comercialização.

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Fonte: Com informações do site Ciclo Vivo
Imagens: Divulgação

 

 

 

Cosméticos orgânicos da Alva evitam o uso de produtos de origem animal

Com mais de 24 anos de experiência no mercado de beleza sustentável, a Alva é uma marca de cosméticos e maquiagens alemã certificada pela Ecocert – maior certificadora de produtos orgânicos do mundo – e pela Vegan, indicando que o produto não utiliza matéria animal e não realiza testes nos bichinhos.

Sem uso de produtos que podem causar malefícios à saúde e à natureza, as linhas de tratamento da empresa não utilizam componentes como parafina, parabeno, corantes sintéticos ou derivados de animais, silicone e principalmente o chumbo, que ao longo do uso pode ser cancerígeno.

Além de suas funções específicas como hidratar, embelezar, entre outros, os produtos são de tratamento, pois exploram e valorizam os princípios ativos da matéria-prima. Os ingredientes sempre seguem critério de seleção dando prioridade à qualidade e a Alva aposta em óleos base de alto valor, oriundos de primeira prensagem a frio e sendo de origem de plantação orgânica.

Ainda na aposta da sustentabilidade, a marca dá preferência em utilizar os serviços  da região que habita e sempre ao máximo o uso de embalagens.

Imagem:  Bernardo Barlach

Trompetes gigantes são criados para amplificar sons da natureza

Você já parou para ouvir os sons da natureza? Em grandes áreas urbanas, essa costuma ser uma tarefa difícil. Por isso, o estúdio de design britânico Weave, em parceria com a instituição de preservação de patrimônios culturais National Trust, realizou o projeto “Hear Here” (“Ouvir Aqui” – tradução livre).

Na cidade interiorana de Derb, na Inglaterra, grandes cones em forma de trompetes foram instalados em uma propriedade com belíssimas paisagens, chamada Kedleston Hall. O objetivo principal é amplificar os sons emitidos pela natureza. As águas do riacho, a cantoria dos pássaros, o zumbido dos insetos – tudo isso reproduzido em grandes dimensões por aparelhos estrategicamente posicionados.

Além disso, os tais trompetes também podem ser considerados obras de arte dignas de admiração devido ao tamanho e à engenhosidade necessárias para a instalação de cada uma delas.

Post publicado originalmente no eCycle
Imagens: Divulgação

O homem que plantava árvores

Com uma linguagem visual delicada, a animação “O Homem que Plantava Árvores”, de Frédéric Back, é baseada no  texto L’Homme qui Plantait des Arbes” de autoria do escritor francês Jean Giono. A novela foi escrita na década de 50 e discute, por meio de uma narrativa ficcional, um assunto muito atual: a relação do homem com a natureza.

Para fazer o paralelo, o autor conta a ousadia de um pastor que, sozinho, fez crescer uma floresta onde antes era uma região árida e inóspita. Na animação, que ganhou o Oscar em 1988, Frèderic consegue expressar pelos desenhos a singeleza do personagem e a sensação de esperança que ele irá deixar com as sementes plantadas. Assista:

Imagem: Divulgação

Christian Ullmann fala sobre os novos caminhos do design ecofriendly

Desde 1996 quando coordenou o Programa de divulgação de Madeiras Alternativas para a Fabricação de Móveis do LPF/IBAMA, no Brasil, o argentino Christian Ullmann desenvolve objetos com o menor impacto possível ao meio ambiente.

Sócio diretor da iT Projetos – escritório de desenvolvimento de projetos e produtos que utiliza o design como ferramenta para melhorar as interfaces entre cultura, criatividade, tradição, economia e tecnologia – ele já recebeu prêmios na Espanha, Itália, Brasil e Argentina.

Seu expertise no assunto poderá ser conferido no curso de extensão sobre design sustentável que ele vai ministrar no IED, em São Paulo a partir do dia 3 de setembro. O Projeto Contem conversou sobre o tema com o especialista que alerta: “o mercado esta cheio de publicidade e promoções de produtos sustentáveis que em parte do discurso não vai muito além da comunicação ou de pequenas mudanças”. Leia a entrevista:

O que fez você começar a se interessar por design sustentável?

O projeto do LPF/IBAMA me possibilitou viajar e conhecer as diferentes realidades amazônicas relacionadas à extração e manejo de madeira. Isto despertou uma grande curiosidade em mim porque eu não me conformava apenas com o uso da madeira. Acabei indo atrás de outros recursos naturais disponíveis na região e procurei saber como era o relacionamento dos moradores com os diferentes processos de extração. Lá, a maioria dos projetos são enormes e a comunidade local não tem quase nenhuma participação. Na maioria das vezes, as pessoas se limitam a serem apenas operários de algum processo.

Qual é o seu foco de pesquisa?

As viagens para o interior da Amazônia foram definindo cada vez mais o meu foco: que esta relacionado aos materiais naturais, as técnicas de produção artesanal e como se da a interface desta realidade com a comunidade da região. O estilo de vida de qualquer cidade do interior sempre é muito mais interessante e “saudável” do que a nossa vida “globalizada, wi-fi e urbana”. O que aprendi junto às comunidades do interior é o que tento identificar e representar nos meus projetos para dar a oportunidade de ter esse estilo de vida mais natural nas nossas casas urbanas.

O Oficina Nômade é um projeto que une artesanato, design e trabalho com comunidades de diversos lugares do país. Você acha que esse tipo de processo colaborativo é o caminho para a mudança social?

O projeto foi criado no ano de 2001, junto com a minha sócia Tania de Paula. A mudança social é necessária e encontramos nas comunidades e seus estilos de vida, coisas diferentes interessantes que podem colaborar com a mudança e a troca continua ate hoje. O modelo colaborativo é uma das novidades que veio com o século XXI e de forma honesta nós oferecemos o melhor que temos e eles nos oferecem ou apresentam o que eles têm de melhor.

Um dos principais pensamentos da escola de design e arquitetura Bauhaus era unir artes, artesanato e tecnologia no design, pensar nele de forma diferente, contemporânea. Hoje, o pensamento em sustentabilidade é a grande sacada de um designer. Como você vê essa evolução?

A ideia da sustentabilidade e consumo mais consciente é de fato uma tendência e um nicho de mercado em crescimento – isso é muito bom.  Porém o mercado esta cheio de publicidade e promoções de produtos sustentáveis que em parte do discurso não vai muito além da comunicação ou de pequenas mudanças, mas ao mesmo tempo tudo isso ajuda, pois cria uma massa crítica que discute o assunto, e aos poucos, o público, com mais informação, vai exigir mais do mercado. E a evolução é necessária ao nosso estilo de vida complexo que exige ter uma abordagem ampla. O problema é que as pessoas não gostam muito de mudanças e levar a teoria a pratica exige muita responsabilidade.  Temos que entender que ainda estamos muito longe de ser sustentáveis, o que conseguimos hoje é ser um pouco mais sustentável ao criar produtos que tenham menor impacto ambiental.

Você tem exemplos de cases de produtos ecológicos que deram certo? 

Podemos citar a procura por energia alternativa, energia solar e eólica que tem tido maior crescimento no mercado e todo ano são criados novos produtos que são alimentados por este tipo de energia. Se pensarmos em um veículo de transporte usando esse tipo de energia, é uma grande mudança, pois no futuro próximo não necessitaremos mais de um recurso natural não renovável como o petróleo.

Quais são os materiais sustentáveis mais viáveis para serem usados hoje em dia?

A natureza nos oferece dois tipos de materiais os renováveis e os não renováveis – os mais sustentáveis são os renováveis, que são aqueles que podem ser cultivados como madeira, fibras naturais, algodão, milho, cana-de-açúcar, entre outros.

Como você enxerga a evolução do consumo consciente?

O mais animador deste pequeno nicho do mercado é que ele continua a crescer e cada vez mais designers estão propondo novos produtos, mais empresários oferecendo mais materiais e mais lojas querendo vender.

Você acha que os produtos sensibilizam os compradores a pensar na preservação do meio ambiente?

Os produtos com boas historias sensibilizam seus usuários e proprietários. Se compro ou ganho um produto que não significa nada para mim e só me presta um serviço ou tem alguma utilidade, quando ele quebrar ou deixar de funcionar não vou sentir nada, mas se eu conheço quem fabricou ou com quais materiais ou quanto esforço foi necessário, meu relacionamento é diferente e vou cuidar mais e fazer questão de consertar se necessário. Seguramente todos mudaríamos nosso comportamento de consumo, que hoje é uso e descarte, se as empresas de eletroeletrônicos contassem como se faz um novo modelo de smartphone. Por exemplo, saber que é necessário derrubar parte de uma floresta na Amazônia para extrair a bauxita que é a matéria-prima para fazer alumínio – que vai ser transportada ate a China para ser processada e transformada em componente de algum gadget – e que nas empresas montadoras destes aparelhos o índice de desconforto e ate suicídio é muito alto, é provável que as pessoas se relacionariam de forma diferente com os aparelhinhos eletrônicos.

Imagem: © Royalty-Free/Corbis

Aprenda como utilizar restos de frutas que não podem ir para compostagem

O site eCycle ensina duas receitas para você reaproveitar cascas e restos de frutas ácidas que não podem ser destinadas para adubo.

Já vimos que composteiras não ficam legais com cascas de frutas cítricas. Isso porque esses resíduos são responsáveis por desequilibrar o PH da mistura de terra e prejudicar as minhocas. Com isso na cabeça, nossa equipe buscou algumas saídas para aproveitar esses restos e contou com a ajuda de um de nossos parceiros, Nadia Cozzi, especialista em bioculinária que nos ofereceu essas duas ótimas alternativas para incrementar o livro de receitas.

Geleia da casca do abacaxi

Se não podemos colocar a casca do abacaxi no composto, por que não fazermos uma geleia? É muito fácil de fazer e pode ser uma excelente novidade no lanche da tarde.

Para preparar, basta deixar a casca do abacaxi de molho na água por 12 horas. Em seguida, bata essa casca no liquidificador e coloque o sumo em uma panela. Adicione açúcar e mexa até engrossar. Depois é só resfriar e consumir.

Lasquinhas de laranja

Lasquinhas açucaradas de laranja também são uma delícia. A mesma receita funciona com limão, confira:

- Corte a casca da laranja em tirinhas e coloque em uma tigela. Cubra as lascas com água e troque o molho, constantemente, por quatro dias. Com o calor, é mais aconselhável deixar o recipiente na geladeira para conservar o alimento e tampado para não pegar cheiro cítrico nos outros alimentos.

- No quarto dia, escorra a água e adicione as lascas na panela com açúcar. A proporção deve ser de duas xícaras de lascas para uma de açúcar. Não é preciso adicionar água porque a própria casca solta líquido.

- Mexa bastante até secar as lasquinhas; retire a mistura do fogo e conserve em um pote fechado.

As lasquinhas de laranja são excelentes com café e chá. Experimente!

Post publicado originalmente no eCycle

Imagem: Nina Mathews

Aprenda a realizar um casamento ecológico

Nossa parceira Chiara Gadaleta do blog Ser Sustentável com Estilo entrevistou Fernanda Floret, do blog Vestida de Noiva, e conseguiu dicas muito bacanas sobre como fazer um casamento mais sustentável. Da escolha por um convite que se transforma em sementes para serem plantadas, ao vestido de noiva herdado da mãe ou da avó, são muitas as opções viáveis para conseguir casar sem afetar muito a natureza.

Imagem: Joe Bedford/Divulgação