Marca peruana fabrica tênis eco-friendly com conceito da cultura inca

Se você está à procura de modelos de tênis que sejam ao mesmo tempo elegantes e eco-friendly, então sua busca finalmente acabou. No Peru há uma startup socialmente consciente que oferece belos sapatos.

Chamada de Inkkas, a marca oferece tênis costurados com tecidos genuínos e tradicionais da América do Sul e da Central que levam desenhos coloridos e chamativos. Além de estarem na moda, os sneakers são eco-amigáveis ​​e projetados para ajudar a salvar o nosso planeta.

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Princípios sustentáveis

A empresa nasceu para manter um impacto benéfico sobre o mundo. Os princípios da instituição são o comércio justo, a filantropia e a autenticidade. Inkkas realiza toda a produção, fornecimento e a fabricação do produto, além de doar 10% de seu lucro líquido para conservar as florestas tropicais e seus habitantes.

Imagens: Reprodução

Vem aí a 3ª edição do SP.Ecoera

Entre os dias 04 e 06 de novembro, o consumo sustentável vai estar mais uma vez na pauta do SP.Ecoera. Em sua terceira edição, o evento, que é gratuito, tem a função de promover o diálogo entre a indústria da moda, gastronomia e beleza, integradas com a sustentabilidade.

Outro ponto importante é a promoção da economia criativa no Brasil ao mostrar que é possível fazer moda de qualidade conectada às questões sociais e ambientais, valorizando o empreendendorismo, o artesanato com design, materiais naturais e a cultura do consumo consciente e criativo.

Com o tema central “O Passado Mora ao Lado”, o evento acontece na Associação Brasileira Têxtil e de Confecção. Na programação: exposições de peças vintage, desfiles, mesas redondas, oficinas e rodadas de negócios. Confira a agenda e inscreva-se aqui.

SP.ECOERA
Datas | 04 a 06 de novembro
Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT)
Rua Marquês de Itú, 968 | Vila Buarque | SP

Imagem: photographer padawan *(xava du) via Compfight cc

Acessórios feitos de restos de revistas combinam artesanato e inovação

Localizada em um pequeno país da África Austral a Quazi Design é uma empresa artesanal que transforma resíduos de revistas em acessórios originais por meio de técnicas inovadoras que ultrapassam os limites da arte, responsabilidade social e design.

O estúdio, que surgiu em 2009, acredita que a combinação de artesanato e inovação é uma ferramenta poderosa para promover a estabilidade no mundo em desenvolvimento. O modelo de negócio é construído em cima do design sustentável, uma filosofia que combina os princípios da sustentabilidade social, econômica e ecológica.

Todos os produtos utilizam 100% de restos de revistas de origem local e cada produto é feito à mão por mulheres capacitadas para ganhar uma renda permanente e sustentável. Há a redução do impacto ambiental através da reciclagem e uso de materiais e práticas ecofriendly.

A oficina criativa atende aos padrões de fair labor, incluindo salários justos, condições seguras de trabalho, formação profissional, capacitação e transparência para a equipe.

 

Imagens: Reprodução

Evento de moda e design sustentáveis acontece em setembro em Paraty

De 26 a 29 de setembro acontecerá em Paraty, Rio de Janeiro, a terceira edição do Paraty EcoFashion, evento com foco na sustentabilidade. Desta vez, a feira amplia o seu olhar para além da moda e alcança o design.

A programação vai reunir encontros e oficinas com profissionais experientes, mostras, desfiles e até uma feira, a Feira Criativa, e ainda ciclos de palestras. Alguns destaques da programação são a exposição de obras produzidas pelos índios Guarani de Paraty-Mirim e a exposição Zuzu Angel, “Eu sou a Moda Brasileira”.

O Paraty EcoFashion abriu também maiores chances às comunidades envolvidas, que se viram com mais liberdade para utilizar seus conhecimentos sobre materiais e técnicas tradicionais de baixo impacto ambiental em suas produções de objetos.

Confira a programação aqui.

Imagem: Reprodução

Loja conceito da Nike na China é construída a partir do lixo

Com exceção dos produtos à venda, todo o conceito da nova loja conceito da Nike é construído em cima do lixo. A estrutura foi pensada pelo escritório de arquitectura sustentável Miniwiz Sustainable Development Ltd. No projecto foram usadas mais de cinco mil latas de refrigerante, duas mil garrafas de PET 2 mil e cinquenta mil CDs e DVDs velhos para projetar o interior e os acessórios.

Nike-Shanghai-Trash-5O teto, que parece um origami, foi feito com os DVDs reciclados, enquanto  que para os cabos e articulações do edifício foram utilizadas latas recicladas. Segundo os designers, nenhuma cola foi usada para construir o interior e todos os materiais são 100% recicláveis​​.

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Via Inhabitat 

Velas de barcos são transformadas em bolsas, malas e mochilas

Centenas de metros de tecidos de velas usadas em barcos, veleiros e outros transportes náuticos costumam ser jogados no lixo antes de terem todo o potencial explorado. O problema é que o tecido resistente demora para se auto degradar ao mesmo tempo que poderia ter outras utilidades ao serem reciclados.

Foi com o pensamento sustentável que os irmãos argentinos Marcos e Paz Mafia fundaram, no ano passado, a Mafia Bags. O empreendimento reutiliza velas que já não servem para o uso náutico e as transformam em bolsas, malas, mochilas e carteiras.

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Por meio de um trabalho 100% artesanal, as velas são recolhidas, lavadas, classificadas por cores e cortadas a mão, resultando em produtos resistentes, de design único e moderno.

Além da Argentina, as peças são comercializadas no Uruguai, no Chile e no Brasil.

Via Natura Ekos
www.josemiguelmartinez.es via Compfight cc

Roupas usadas viram instalações artísticas

A artista Kaarina Kaikkonen é conhecida por apresentar trabalhos artísticos com um posicionamento sócio-ambiental. Desta vez, ela reuniu centenas de camisas usadas e criou instalações na Itália que discutem a relação do homem com o vestuário e com o consumo de moda. As peças, que parecem estar de mãos dadas, foram organizadas por cor e formam uma repetição rítmica de roupas e vidas passadas.

Veja as imagens:

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Imagens: Kaarina Kaikkonen

Evento gratuito sobre práticas sustentáveis começa amanhã em SP

Entre os dias 23 e 25 de abril vai acontecer a 2ª edição do SP.ECOERA. O evento, organizado por Chiara Gadaleta, do blog Ser Sustentável com Estilo, defende práticas sustentáveis nos segmentos de moda, arte, design, artesanato e gastronomia.

Para discutir a temática, a programação é variada e gratuita e inclui desfiles com marcas sustentáveis nacionais, workshops, degustações e debates. O público também pode conferir a exposição “A Tribo”, inspirada na sofisticação dos grafismos indígenas, em especial dos Kadiweus.

A cenografia foi construída com reaproveitamento de resíduos, com o uso de técnicas artesanais como o crochê e o estêncil. Para participar, envie um e-mail para specoera@gmail.com.

Confira a programação e o local aqui.

Grife utiliza mangueiras de incêndio para criar acessórios de luxo

Para quem ainda não conhece, o upcycling é o método de transformar produtos que seriam descartados em novos artigos para consumo. Na moda sustentável, o mecanismo tem sido utilizado por pequenas marcas e grifes de luxo para criar novos conceitos em suas peças.

O interessante neste processo é perceber que qualquer material pode ser usado e transformado em um produto que faz parte do nosso cotidiano. Como por exemplo a marca inglesa Elvis & Kresse que transforma mangueiras de incêndio em desuso do Corpo de Bombeiros inglês em acessórios especiais. Além de usar o material, metade do lucro dos artigos é doado batalhão.

A grife ainda aplica o upcycling em outros materiais como caixas de sapato, saquinhos de chá e tecidos de paraquedas.

Imagem: Divulgação

Designer cria acessórios com latas de bebida recicláveis

Pensar em meios de criar acessórios ecológicos com pegada sustentável e ainda acrescentar design e estilo às peças é o trabalho de Yoav Kotik. Segundo o criador, uma boa olhada ao redor sempre revela uma variedade de materiais que podem ser transformados em matéria-prima para brincos, anéis e colares.

O artista, que após se aposentar, resolveu experimentar artesanato, seguiu uma única regra: os materiais deviam ser achados, e não comprados. Após recolher pilhas de materiais recicláveis interessantes, Yoav se lembrou de um kit de joalheria que sua cunhada havia lhe dado, e resolveu elaborar algum acessório. O primeiro objeto que achou foi uma tampa de uma cerveja da marca Goldstar beer, e utilizou a peça para fazer um anel. O projeto tomou forma e Yoav Kotik decidiu abrir um site para vender os acessórios reciclados

A linha de peças valoriza principalmente artigos de metal, especialmente tampas de bebidas de lugares e culturas diferentes. Neste caso, o uso dos metais revela camadas e expõe emoções em bijuterias coloridas e de formas impressionantes.

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Fonte: Mr. Fly Modas
Imagens: Divulgação