Artista reutiliza peças de metais descartados para criar esculturas mecânicas

A paixão por trabalhar com metal e objetos mecânicos reutilizados é a marca do trabalho artístico de Gabriel Dishaw. Segundo o artista, o metal tem a capacidade de ressoar as próprias fantasias e processos de pensamento que ele imagina.

Para criar as esculturas mecânicas, Gabriel usa objetos encontrados de máquinas de escrever, máquinas de somar, computadores antigos e tecnologia. “Eu pego os itens que as pessoas já não usam  mais e que normalmente acabariam em um aterro sanitário e faço upcycled. Minha missão é criar um diálogo e ajudar a encontrar formas criativas de lidar com a tecnologia descartada de forma ambientalmente saudável”, explica.

Picture 1 of 7


Imagens: Reprodução

Projeto seleciona cinco artistas para residência artística na Amazônia

Até o dia 13 de abril estão abertas as inscrições para a 1ª edição do programa Lab Verde: Experimentações Artísticas na Amazônia. O projeto tem o objetivo de refletir sobre as relações entre a produção de arte contemporânea e meio ambiente. Serão cinco artistas selecionados para a realização de intervenções na Reserva Florestal Adolpho Ducke, na cidade de Manaus.

Pensado como um projeto multidisciplinar, o Lab Verde á promover uma série de conteúdos inéditos nas artes, incentivando o desenvolvimento da Land Art no Brasil e as reflexões estéticas provenientes dessa prática.

Os selecionados serão orientados por uma equipe de especialistas nas áreas de Biologia, Artes Visuais e Arquitetura e passarão por um período de imersão na floresta, possibilitando a investigação do espaço.

Além da experiência na Reserva, o programa irá realizar o seminário “Interações entre Arte e Meio Ambiente”, em parceria com a Universidade Federal do Amazonas. Conheça mais sobre o projeto aqui.

Imagem: Divulgação

Inscrições abertas para oficinas gratuitas de arte, design e meio-ambiente em SP

Estão abertas até o dia 04 de abril as inscrições para as cinco oficinas do EcoLab “sistemas/ecos – arte, design e meio-ambiente”, evento que combina arte contemporanêa, música experimental e live cinema, para estimular o debate e reflexões sobre arte e meio-ambiente.

As oficinas são gratuitas e serão realizadas na Praça Victor Civita durante o mês de abril com atividades das 14h as 18h. Focado no desenvolvimento de obras que exploram tecnologias ecológicas em projetos artísticos, o projeto vai oferecer atividades conduzidas pelos artistas duVa, Dudu Tsuda, Denise Adams, Cristiano Rosa e Lali Krotoszynski.

Ao final ( em maio/ junho) será realizada uma exposição com as obras resultados das oficinas e a de artísticas convidados sendo eles a dupla Maurício Dias & Walter Riedweg, Sonia Guggisberg, Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti e Lucas Bambozzi.

Acesse o formulário de inscrição aqui.

Nova embalagem de desodorante aerosol reduz impacto sobre o meio ambiente

Pode até parecer um passo pequeno, mas a Unilever reduz o impacto negativo sobre o meio ambiente ao lançar uma nova embalagem de desodorante aerosol com metade do tamanho (75 ml) da original e o mais interessante é que este novo produto tem a mesma duração de seus desodorantes de 150 ml.

A medida vai reduzir em 25% a pegada de carbono da empresa, por isso, esta técnica inovadora é creditada positivamente à marca. Em números, será preservado em torno de 24 toneladas de alumínio, o que pode ser equiparado à quantidade que seria necessária para fazer 846 mil latas de refrigerante. Além disso, vai economizar 283 toneladas de emissão de carbono.

Nos planos da Unilever estão determinados a redução em 50% do impacto de seus produtos no efeito estufa, bem como para reduzir o desperdício produzido após a eliminação dos seus produtos.

unilvever-cans-main

 

 

 

Marca de esmaltes coleta embalagens e transforma em fonte de energia

No começo deste ano, a Risqué iniciou um pequeno projeto de coleta e descarte de embalagens de esmalte pós consumo. Chamada de “Sustentabilidade em Nome da Moda”, a iniciativa acontece em São Paulo dentro de algumas lojas da Ikesaki.

Para a retirada, a marca desenvolveu um sistema: coletores em formato dos tradicionais vidrinhos da marca, com capacidade para 750  embalagens cada.O descarte adequado dos vidrinhos de esmaltes proporcionará benefícios ambientais importantes. O material recolhido será coprocessado e transformado em fonte de energia para a indústria de cimento, reduzindo o impacto ambiental causado pelo uso de aterros sanitários”, afirma Patricia Peters, Diretora de Qualidade, Meio Ambiente e Assuntos Regulatórios Divisão Consumo  da Hypermarcas.

A estimativa na fase de implantação do projeto é que cerca de 150 kg de embalagens de esmaltes sejam coletadas por mês. O trabalho, mesmo que ainda de formiga, indica que cada vez mais as empresas têm se engajado na preservação do meio ambiente. Torcemos para que o projeto cresça e alcance todo o Brasil.

Veja endereços para o descarte aqui.

Imagem: Lelê Breveglieri via Compfight cc

Amplificador feito de bambu dispensa uso de energia elétrica

Dois moradores de uma comunidade nas Filipinas criaram um amplificador de música com pensamento sustentável. Projetado para iPhones, e outros smartphones como o Samsung Galaxy S3, o Loudbasstard é feito de bambu e não precisa de energia elétrica para funcionar.

Segundos os inventores da peça, o Loudbasstard não foi criado para substituir os alto-falantes ou o sistema de som de sua casa, mas para fornecer um amplificador de som pessoal, que é orgânico com um lindo design e que respeita o meio ambiente.

Cada peça é cortada e tingida à mão por artesãos locais de Cebu. O grupo utiliza técnicas tradicionais de corte e modelagem do bambu para compor o produto. Ao comprar o amplificador, você ajuda a natureza e provém um crescimento econômico aos moradores da região.

Documentário apresenta visão otimista para o futuro do planeta

Na direção contrária dos apocalípticos que acreditam que o mundo vai acabar neste ano, o filme “2012: Tempo de Mudança” apresenta uma visão otimista e alternativa para essa questão. Dirigido por João Amorim, a película acompanha o jornalista americano Daniel Pinchbeck, autor do bestseller “2012: The Return of Quetzalcoatl”, em busca de um novo paradigma entre a sabedoria arcaica de culturas tribais e o método científico

O documentário mistura animações com depoimentos de especialistas de diferentes áreas, que chamam a atenção para a ação do homem sobre seu ambiente. O filme conta ainda com participações de cientistas, antropólogos e artistas engajados em diferentes causas, como a atriz Ellen Page, o músico Sting, o diretor David Lynch e o músico brasileiro Gilberto Gil.

Confira o trailer abaixo:

Fonte: eCycle
Imagem: ARACELOTA

Coletivo Verde lança plataforma de cocriação em moda

Parecida com a proposta de sites de crowfunding como Catarse e Kickstater, que captam recursos financeiros a partir de doações coletivas, o Coletivo Verde lança uma plataforma de “doação” também, mas de ideias.

O espaço colaborativo pretende juntar pessoas com propostas interessantes para o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis. A ideia é construir artigos de moda mais inteligentes, que não só resolvam os nossos problemas, mas que tenha responsabilidade social e ambiental desde o início do processo.

Através da plataforma, as pessoas poderão opinar e escolher vários aspectos dos produtos como design, materiais, cores, acabamentos, e etc.

Conheça mais sobre a proposta de cocriação no vídeo abaixo:

Plataforma de Cocriação Coletivo Verde from Coletivo Verde on Vimeo.

Imagem: James Cridland

Designer cria teclado sem fio feito de madeira e musgo

Algumas empresas de tecnologia já lançaram no mercado teclados para computadores feitos de madeira com características eco-friendly. A diferença entre estas peças e a criada pelo designer Robert Tilton é que além da madeira, ele usou musgos para cobrir a parte externa do produto e aproveitou para abrir um diálogo entre a possibilidade de unir tecnologia e natureza.

Inspirado no modelo de teclado sem fio da Apple, Robert desmontou o molde para que as peças de madeira fossem desenhadas no mesmo padrão. Assim, conseguiu manter as funcionalidades, a qualidade e o conforto ao usuário.

A peça orgânica feita em madeira exigiu cuidados específicos para que o material pudesse ser manuseado com facilidade pelo designer e ainda assim mantivesse a durabilidade esperada. Até mesmo os detalhes internos e o sistema foram refeitos por Tilton.

Ainda não existe previsão de que o teclado “verde” seja produzido em grande escala para a comercialização.

Picture 1 of 8

Fonte: Com informações do site Ciclo Vivo
Imagens: Divulgação

 

 

 

Conheça os carros elétricos e híbridos apresentados no Salão do Automóvel

O uso excessivo de carros nas ruas das metrópoles é um dos causadores da poluição do ar. Perigoso para a saúde da população, os gases poluentes emitidos pelos veículos são também responsáveis por doenças respiratórias e cardiovasculares e podem levar à morte.

Na busca por melhorar a qualidade do ar, diminuir o uso de gasolina e consequentemente de recursos não renováveis como o petróleo, as empresas automobilísticas têm investido em tecnologia para lançar carros híbridos ou elétricos no mercado.

No Salão do Automóvel, que acontece entre os dias 24 de outubro e 4 de novembro em São Paulo, muitas marcas apresentaram suas versões para um veículo com olhar ecológico. A Smart ainda acoplou uma bicicleta elétrica a um dos automóveis – que pode ser recarregada em uma tomada comum ou pela energia gerada pelas pedaladas e frenagem – para reforçar o uso do transporte alternativo.

O Projeto Contem foi à feira e mostra uma seleção de carros uma pegada de sustentabilidade.

Carros Elétricos: emissão zero de poluentes

Movido por um motor que utiliza propulsão por meio elétrico, este tipo de carro é conhecido por não emitir nenhum gás nocivo ao meio ambiente e por ser muito silencioso.

O Brasil ainda não fabrica modelos deste tipo, o consultor da Ford, Anderson dos Santos Silva diz que além do Governo Federal ter que disponibilizar os postos de recargas de energia, também é dono de uma empresa que produz petróleo, e não tem interesse em dar subsídios para uma indústria concorrente.

Apenas a Renault, a Volkswagen e a Mitsubishi trouxeram automóveis elétrico ao Salão.  Os modelos já são comercializados em outros países, mas não têm previsão de lançamento por aqui. Na Europa, países como a França e a Espanha usam a tecnologia há alguns anos. Em Paris, há um sistema de aluguel de veículos deste tipo que funciona do mesmo modo que o aluguel de bicicletas em São Paulo e Rio de Janeiro.

Picture 1 of 9

I-Miev - O carro elétrico da Mitsubishi tem autonomia de até 180 km


Carros Híbridos: uma alternativa temporária

Com um sistema de funcionamento bem semelhante entre as diferentes marcas de automóveis, os carros híbridos emitem menos poluentes, mas ainda precisam, em alguns momentos, do motor de combustão para funcionar.

No modo elétrico são as baterias de lítio que entram em ação e a recuperação da energia cinética perdida acontece durante a frenagem. Quando o freio é acionado, o motor elétrico é desacoplado, evitando o arraste do veículo. Assim, o motor é usado como um gerador para recarregar a bateria. A tecnologia de hoje garante a durabilidade da bateria e elimina a necessidade de substituí-la durante o tempo de vida útil do veículo.

A esperança é que os motores híbridos estejam abrindo as portas para o desenvolvimento e utilização apenas de carros elétricos em poucos anos.

Picture 1 of 12

DS5 - Para uma motricidade excelente, as rodas da frente do modelo da Citroën são movidas pelo motor térmico e as rodas de trás pelo motor elétrico

Imagens: Divulgação