Arquiteto constrói casas autossustentáveis pelo mundo

Sempre na busca de propostas sustentáveis dentro da arquitetura, o norte-americano Michael Reynolds foca seus projetos em casas construídas a partir de materiais recicláveis e ecológicos. Para isso, monta estruturas com latas de alumínio, garrafas PET e pneus usados em estado natural.

Além do uso de matéria-prima reutilizável, o arquiteto se baseia em alguns princípios de design de construção verde para que a casa, chamada de Earthships, seja basicamente autossustentável em qualquer lugar do mundo.

A eletricidade é gerada a partir do sol e do vento; a água provém da chuva ou do derretimento da neve; o esgoto é tratado no local; o aquecimento e arrefecimento é conseguido pelo sol e pela terra e parte da alimentação é plantada ou criada no local.

As Earthships são um exemplo de como podemos adotar novas casas (com emissão de carbono zero) que realmente ajudem a melhorar o relacionamento entre o homem e o meio ambiente, e simultaneamente, poupar o nosso dinheiro.

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Fonte: Science of the Time

Tapeçaria brasileira feita de capim autossustentável

Comandada há 27 anos pela piauiense Tereza do Carmo Melo, a Trapos e Fiapos se especializou em produzir tapetes fiados com capim de lagoa. A planta da taboa é totalmente autossustentável e resistente –  mesmo com a retirada do capim, a raiz é preservada, permitindo que a planta cresça inúmeras vezes.

Toda tapeçaria é tecida a mão por mulheres da comunidade de Nova Santa Rita, no Piauí.  Além do resgate da tradição local, é uma fonte de renda e desenvolvimento profissional para a população local.

As peças sempre muito bem executadas também apresentam um cuidado em relação do design. Recentemente, a marca lançou três linhas em parceria com a designer Baba Vacaro, que brincou com as cores para criar as coleções Sertão e Flor, O Sertão Vai Virar Mar e Fios do Sol.

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Imagens: Divulgação

 

 

Designer contemporâneo lança cadeira ecológica

A obra multidisciplinar do francês Philippe Starck ganha mais um símbolo de sua criatividade, e dessa vez o designer apresenta uma peça com olhar sustentável. Construída a partir de 90% de resíduos industriais reciclados, a Broom Chair também utiliza madeira descartada em seu design.

O projeto é inovador, belo e também pode ser reciclado no fim da sua vida. A mistura dos elementos naturais e sintéticos em um composto plástico cria um desperdício-zero, e ainda, material de baixo custo a partir do qual a cadeira é fabricada.

Segundo o designer esse produto representa que menos é muito mais. “Porque nós escolhemos fazer com menos – menos estilo, menos design, menos material, menos energia – e, finalmente, temos mais”, disse Phillipe durante coletiva de imprensa na Semana de Design de Milão.

 

 

 

Restaurante itinerante cozinha com luz solar

Cozinhar ao ar livre utilizando apenas energia solar para elaborar os pratos é a proposta do Lapin Kulta Solar Kitchen Restaurant. Idealizado pelo designer catalão Martí Guixé e pelo chef finlandês Antto Melasniemi, o restaurante itinerante seguiu o sol pelo verão europeu e visitou uma série de cidades apresentando sua culinária solar.

Ao contrário da forma tradicional de cozinhar, o calor solar afeta o sabor e a textura dos pratos de uma forma surpreendente e positiva, produzindo uma experiência de sabor completamente diferente. Outro diferencial da cozinha-natureza é a escolha do cardápio que varia de acordo com as variações do clima.

Em um dia muito ensolarado, o menu pode ser um churrasco, já quando os dias estão mais nublados, os chefs escolhem refeições preparadas em temperaturas mais baixas ou saladas. O restaurante também testa a flexibilidade das pessoas: se chove, todos têm que se reprogramar e lidar com as variáveis da natureza.

Dá uma olhadinha na vibe das refeições ao ar livre:

Imagens: divulgação

Pneus de bikes viram mochilas e acessórios duráveis

Com o foco de transformar câmaras de bicicletas largadas em lixões e aterros sanitários em objetos duráveis, a empresa norte-americana Green Guru produziu uma linha de acessórios e mochilas feitas com o material reciclável.

O trabalho com os pneus de bikes começou quando Devidson Lewis, fundador da marca, trabalhou ainda jovem em uma loja de bicis consertando câmaras. Foi ali que ele percebeu que o material podia ser transformado em objetos criativos.

Estudou design e a partir das câmaras criou sua primeira linha de produtos. Hoje, utiliza em sua mistura upcycling outros materiais como roupas de mergulho, cordas de escalada, banners, barracas e roupas. Para o site greenUPGrader, ele contou sua ligação com o ciclismo e alertou para o número de pneus usados por um ciclista em um ano.

“Um ciclista ávido gasta em média três câmaras por ano. Nós não queremos que o esporte ambientalmente correto, que nós gostamos, adicione todos esses resíduos para o nosso mundo por isso estamos desviando este desperdício e transformando-os em uma solução duradoura”, explicou ao site.

Imagens: Green Guru

10 dicas para deixar o seu armário ‘verde’

O blog Coletivo Verde, de Guilherme Negri, publicou as dicas da Fernanda Vasconcelos do Eco Trends & Tips com dez passos para deixar seu guarda-roupa mais verde. São dicas bem simples mas que podem fazer uma grande diferença. E mostram que ser um consumidor consciente pode ser bem mais fácil do que a gente imagina. Confira:

Planeje antes de comprar

Abandone as compras por impulso. Analise bem se aquela roupa ou acessório servem para você ou se é só uma vontade passageira. Assim você evita perder dinheiro e espaço em seu armário.

Ame suas roupas

Cuide-as com carinho. ‘Acidentes’ domésticos provocam pequenos desastres como manchas ou tecidos queimados. Se cair um botão ou tiver que ajustar um pouco, procure uma costureira e veja se há como reparar. Para os mais empolgados, é uma boa hora para aprender a lidar com linhas e agulhas.

Evite lavagem a seco

Máquinas de lavagem a seco usam tetrachloroethylene, uma substância cancerígena. Procure lavanderias que trabalhem com “wet cleaning” ou CO2 líquido. Muitas peças que antes eram lavadas a seco já podem ser lavadas a mão, especialmente as de seda, lã e linho. Fique de olho nas etiquetas. Se você preferir recorte as orientações e cole em um pequeno caderno ou guarde em uma caixinha para conferir quando precisar.

Compre peças antigas ou usadas

Use a criatividade e tenha um estilo próprio. Busque em bazares, feirinhas, brechós, troca de roupas entre amigas. Vale tudo. Se tiver roupas ‘herdadas’ que possam ser interessantes, aposte. Acessórios antigos sempre funcionam Tenha cuidado para ver se tudo está ok. Peças antigas ou usadas podem estar danificada pelo tempo ou pelo uso. Dependendo, uma reforma resolve e ainda sobra espaço para uma boa customizada.

Lave bem

Tenha cuidado para não desperdiçar energia. Junte bastante roupa antes de lavar, para economizar na água, luz e sabão. Procure usar a temperatura mais baixa possível. Opte por alternativas naturais na remoção de manchas nos tecidos e produtos que sejam livre de fosfato e biodegradáveis. Se estiver procurando por uma lavadora nova, verifique se possui selo de economia energética (no Brasil, do Inmetro). A mesma dica vale para os ferros elétricos.

Vista orgânicos e tecidos com material reaproveitado

Os tecidos orgânicos e os desenvolvidos com materiais reaproveitados chegaram para ficar. Na opção do orgânico é possível escolher desde o algodão até a seda, certifique-se de que possui selo de autenticação (que identifica se a produção realmente é feita sem agrotóxicos). Os tecidos com materiais reaproveitados como o tecido PET são uma inteligente opção, fomentam o reaproveitamento de materiais como as garrafas pets e agregam ativos ambientais para a peça.

Encontre uma nova utilidade

Reciclar não é somente reaproveitar. Seja criativo, inspire-se no mundo a sua volta e aproveite o que já existe para reinventar. A proposta está sendo cada vez mais abraçada por estilistas internacionais – chegando a ser desafio até mesmo para o pessoal do Project Runaway. Observe aquelas roupas e acessórios antigos e descubra potenciais fashion adormecidos. Caso não agrade a ideia, reúna o que não precisa mais e leve a entidades carentes. Se nós não encontramos novidade, outros encontrarão.

Investigue as origens

Nesse boom de novos tecidos, desconfie do mote ecológico. Como tudo na vida, o que aparentemente poderia ser a solução, pode ser um problema. Mantenha-se informado, converse com os donos de lojas e das marcas e faça escolhas conscientes.

Escolha roupas éticas

Muitas empresas, além de cuidarem da natureza, investem em sustentabilidade e responsabilidade social. Valorize e incentive esse tipo de ação. Procure saber onde ficam as fábricas das empresas que você compra. Muitas multinacionais utilizam abordagens de mercado que incluem maximizar o lucro e deixar de lado preocupações humanitárias, como a luta pelo fim da exploração de mão-de-obra infantil e escravidão (problemas comuns em países latinos, asiáticos e africanos).

Não desperdice

Não é porque aquele vestido não está na próxima tendência que ele merece ir pro lixo. Se for algo que de-jeito-nenhum-você-usará-novamente, venda, troque, doe. Há muita gente no mundo precisando de ajuda. Fique informado sobre ONGs e entidades que prestam auxílio a pessoas necessitadas. Colabore com movimentos de apoio a vítimas de catástrofes climáticas (como enchentes e tempestades). É uma maneira de amenizar as consequências do aquecimento global e motivar uma mudança.

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Post publicado originalmente no Coletivo Verde
Fonte: Eco Trends & Tips
Fotos: Abhiomkar

Moda e Sustentabilidade: Um Paradoxo

A desginer de moda Luciana Della Méa é colaboradora do blog Autossustentável. Neste post a designer trata da responsabilidade de empresas e indústrias na transição para uma sociedade sustentável na indústria da moda. Vale a pena conferir:

A busca por alternativas sustentáveis tem crescido dentro de empresas e por parte de governos, que está tratando a temática como uma oportunidade de negócio e, simultaneamente, como caminho para a sobrevivência. Segundo matéria divulgada na Revista Veja (2010, edição especial de sustentabilidade), o assunto ganhou visibilidade no século XX, mas, somente agora, o problema tomou proporções maiores. Fato que corrobora para que o mundo se mobilize de forma a conciliar esse conceito com a produção e o consumo, processos que caracterizam o progresso e crescimento. As empresas têm papel importante nessa mudança, já que adotam, ou não, atitudes que possibilitam novos processos produtivos, resultando em novos produtos e, por último, nova relação de consumo.

Ao tratar da responsabilidade de empresas e indústrias na transição para uma sociedade sustentável, é imprescindível citar a indústria da moda. Segundo Feghali e Dwyer (2004), a indústria têxtil é uma das atividades mais antigas e que emprega grande quantidade de mão-de-obra. Lee (2009) chama a atenção para os impactos dessa indústria que ficam ocultos nas extravagâncias das passarelas e nas novidades das vitrines. Esses impactos vão desde a exploração da mão-de-obra, à poluição consequente do uso de produtos químicos e tóxicos. Cabe, ainda, lembrar o uso de peles de animais para confecção de casacos e outros artigos de moda. A produção acelerada, com consumo desenfreado, transforma rapidamente esses produtos em artigos obsoletos, que serão destinados a outras pessoas ou então aos lixos e aterros. O surgimento das redes de moda fast-fashion e o processo resultante de encurtamento da vida útil das peças contrariam o contexto atual de preocupação ambiental. A oferta de uma moda mais acessível em termos de custo aumenta o consumo de peças e o consequente descarte, tudo em ritmo acelerado, funcionando como um círculo vicioso. O mercado fast-fashion pressiona a produção mais rápida para atender a demanda do consumidor por novidades. Essa produção, segundo Black (2008), se dá às custas da degradação ambiental e de condições de trabalho muitas vezes desfavoráveis, com salários injustos, para que o preço final do produto seja acessível. Enquanto a sustentabilidade sugere o ciclo de vida do produto prolongado, dentre outras definições, a moda caracteriza-se como novidade e mudança periódica.

Paralelamente a este cenário de moda rápida, poluente e exploradora, estamos vivendo em uma era na qual a indústria da moda, junto de outras instituições, direciona esforços para diminuir esses impactos causados no meio ambiente, seja através da reciclagem, de tecidos ecológicos ou de reaproveitamento. Os profissionais de moda têm procurado desenvolver produtos de forma sustentável, considerando a demanda de um consumidor consciente. Deve-se levar em conta o comportamento do consumidor, porque se não houver demanda e desejo pelo produto ou serviço, não há razão dos mesmos existirem. Assim, é fundamental que o consumidor tenha atração pelo produto ou serviço ecológico, pois é através da sua demanda que as empresas e governos irão direcionar esforços para conduzir suas atividades de maneira sustentável.

Feghali e Dwyer (2004) definem a Moda como um dos maiores negócios do mundo atualmente. Mas, esses negócios são pautados no aumento da produtividade e na oferta, cada vez mais rápida, de novos artifícios para atender a demanda do consumidor. Esse contexto se mostra contraditório aos critérios de sustentabilidade, já que estes pretendem aumentar a durabilidade do produto, conferindo-lhe maior tempo de vida, bem como pretendem promover o trabalho justo e economicamente viável.

Pensando em conciliar as duas realidades, de crescimento econômico e sustentabilidade, é preciso encontrar soluções promissoras que proporcionem este desenvolvimento através da indústria da moda. Para tal, é necessário mudar as formas de produzir, consumindo menos recursos, reaproveitando o que já existe, maximizando o tempo de vida dos produtos e consumindo menos energia. É fundamental dispor de criatividade, por isso a sustentabilidade é uma plataforma para inovação, já que exige a criação de novos processos, novos produtos e novas formas de consumo.

Alguns profissionais já têm seguido esse caminho sustentável, principalmente através do uso de tecidos ecológicos e pelo reaproveitamento de resíduos têxteis provenientes das indústrias. Hoje, a reciclagem de tecidos e a transformação de PET em fio, são alternativas sustentáveis da indústria têxtil. O estilista gaúcho Oskar Metsavaht é criador da Osklen, marca associada a projetos e parcerias sustentáveis com repercussão internacional e que utiliza tecidos ecológicos; a estilista gaúcha Anne Anicet tem o trabalho voltado ao desenvolvimento sustentável, reaproveitando resíduos têxteis das indústrias na confecção de novas peças; a Maxitex, indústria têxtil nacional, fabrica fios ecológicos, inclusive os reciclados de PET e algodão; o estilista Alexandre Herchovitch já fez uma parceria com a ONG Florescer reaproveitando roupas usadas, transformando-as em novas peças; a estilista Rita Wainer lançou uma coleção, também com o reaproveitamento de roupas usadas. Exemplos de iniciativas como essas têm crescido entre profissionais guiados pelo mesmo valor: sustentabilidade.

Para Schülte e Ferreira (2008, p.1): “A preocupação com a preservação do meio ambiente no desenvolvimento de produtos de moda ainda é muito incipiente, no que se refere ao Brasil e demais países.” Mesmo que a mídia venha apresentando casos de discussões referentes às ameaças da produção industrial, ainda é necessário, principalmente, conscientizar e educar o consumidor sobre a importância do consumo sustentável e as alternativas para tal.

Observações:
PET – Politereftalato de etileno – Polímero termoplástico resistente, utilizado na fabricação de garrafas de refrigerantes e água. Este material tem produção em grande escala, e após o descarte podem permanecer por muitos anos na natureza. Por sua propriedade termoplástica, pode ser reciclado diversas vezes, resultando no mesmo produto – garrafas -, ou outro, como por exemplo, roupas. A reciclagem de PET é uma alternativa para evitar a permanência do material no meio – ambiente, já que a produção é acelerada, a quantidade demandada é grande, e o descarte rápido e excessivo. O material, quando reciclado, tem sido utilizado para confecção de peças de vestuário, a partir das suas fibras misturadas com algodão.

Para dar vazão ao trabalho de estilistas engajados com a sustentabilidade, alguns espaços têm sido cedidos a fim de expor as novas idéias. O FIT (Fashion Institute of Technology), em New York, apresentou acervo de peças na exposição denominada Eco-Fashion: GoingGreen.

Post publicado originalmente no blog autossustentável por Luciana Fraga Della Méa.
Fotos por The Swap Team

Produzida na Brasil a primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo

Resistente, flexível e barata. Nosso parceiro Autossustentável (via Planeta Sustentável) apresenta a bicicleta verde-amarela de Juan Muzzi, que vem chamando a atenção de países como Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai.

Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.

A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto. A partir de novembro os primeiros exemplares serão distribuídos. “Tenho a patente da primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo”, diz.

Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige. Também é possível que o próprio interessado leve o material reciclável. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica o empresário.

A maioria das encomendas – elas devem ser feitas pelo site MuzziCycles – pedem os quadros, apenas. Cada um custa R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “Em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.

Post publicado originalmente no Planeta Sustentável (via autossustentável)
Imagem por MuzziCycles