Instalação de arte feita com sacos plásticos discute uso do material em Israel

“Beads” (contas, em português) é uma instalação de arte feita de sacos plástico reutilizados que está localizada em um shopping center de Israel. Por um período de dois meses, os artistas Noa Mer e Tali Buchler amarraram os sacos no formato de colares para formar uma instalação que parece um lustre.

Qualquer um pode participar da instalação mutunte. Mer e Buchler adicionam gradualmente mais e mais fios de contas de plástico. Os três objetivos principais da instalação são mostrar a quantidade de sacos plásticos que usamos, criar algo belo a partir de resíduos, e a terceira, oferecer a experiência alternativa de transformar um ambiente de compras em um espaço lúdico.

Fonte: Inhabitat

Artistas arrecadam fundos para continuar projeto de pintura e reparação em favelas do RJ

Desde 2005 os artistas Haas & Hahn transformam as favelas do Rio de Janeiro pintando blocos de concreto nas cores do arco-íris. Para ajudar nas pinturas, eles convidam membros da comunidade local. “Nosso projeto tem como objetivo proporcionar uma oportunidade para as pessoas transformarem a sua própria vizinhança e sair de um lugar visto como negativo para um lugar que é capaz de comunicar a sua criatividade, beleza e inovação”, conta os artistas no site.

A dupla planeja voltar e criar novos murais, mas para conseguir fundos e viabilizar a ideia, eles lançaram recentemente um projeto de arrecadação coletiva via Kickstarter. Se financiado, os artistas vão proporcionar empregos aos moradores locais com a intenção de melhorar as condições sociais, além de levar um colorido lindo aos morros cariocas.

Para ajudar o projeto, clique aqui.

Imagens: Reprodução

Escultura em forma de coração é feita com rodas de bicicleta em desuso

O arquiteto e artista norte-americano Casey Milbrand escreveu uma carta de amor à sua cidade natal ao criar uma escultura upcycled chamada CityHEART. Feita a partir de vinte e cinco rodas de bicicleta em desuso, a escultura em forma de coração convida moradores para interagir com a arte pública.

Os visitantes podem pedalar as rodas da escultura e em uníssono criam uma pulsação, o coração batendo, que é a maneira da artista dizer “Buffalo Move Me”. As rodas vermelhas brilhantes que compõem a escultura CityHEART são organizadas em forma de coração e interligadas com uma grade de suporte de aço.

Veja as imagens:

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Via Inhabitat

Artista transforma pilhas de lixo em instalações

O espanhol Francisco de Pájaro transforma pilhas de lixo deixadas nas ruas em criaturas bizarras que espalha pela cidade de Londres. Em uma recente entrevista, ele explicou como tudo começou: “havia uma lei, em 2006, em Barcelona, ​​que proibiu a pintura na rua, de repente, toda a liberdade foi eliminada. Todos os melhores artistas de Barcelona foram embora. Eu não podia pintar o chão, as paredes, mas no lixo era permitido e eu comecei a pintar uma cadeira, um colchão, materiais descartados e, pouco a pouco, fui fazendo pequenas descobertas”.

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Instalação de crochê

Olek é reconhecida internacionalmente por suas obras de arte em larga escala em crochê. A artista usa a técnica tradicional como meio para explorar a vida e distribuir mensagens de justiça. Seu último projeto foi criar junto com os artesões que trabalham para ela uma capa colorida que cobriu quatro vagões de um trem da Polônia. Veja as imagens da instalação.

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Imagens: Olek

Brasileira transforma garrafas PET em luminárias de flores

São das garrafas PET deixadas na beira das praias e nos mangues de Trancoso, na Bahia, que nasce a matéria-prima das lindas luminárias da artista plástica Laila Assef.

A mineira teve a ideia de reutilizar o plástico depois de observar a quantidade de resíduos abandonados na natureza da região. Contratou os moradores para ajudá-la na coleta das PETs, e em um mês já havia conseguido mais de 10 mil garrafas para produzir sua coleção.

Com o fundo da garrafa começou a criar flores coloridas montadas como pequenas lâmpadas. Mas percebeu que poderia ampliar o objeto e transformá-lo em luminárias, se utilizasse também o corpo, o bico e a tampa.

Para não derreter o plástico, Laila recomenda o uso lâmpadas de led ou incandescentes de até 40 W.

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Imagem: RG

Artista reutiliza peças de metais descartados para criar esculturas mecânicas

A paixão por trabalhar com metal e objetos mecânicos reutilizados é a marca do trabalho artístico de Gabriel Dishaw. Segundo o artista, o metal tem a capacidade de ressoar as próprias fantasias e processos de pensamento que ele imagina.

Para criar as esculturas mecânicas, Gabriel usa objetos encontrados de máquinas de escrever, máquinas de somar, computadores antigos e tecnologia. “Eu pego os itens que as pessoas já não usam  mais e que normalmente acabariam em um aterro sanitário e faço upcycled. Minha missão é criar um diálogo e ajudar a encontrar formas criativas de lidar com a tecnologia descartada de forma ambientalmente saudável”, explica.

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Imagens: Reprodução

Conscientização pela arte: Exposição em SP fala sobre sustentabilidade

O Memorial da América Latina traz ao Brasil exposição de origem alemã que tem como temáticas a finitude das reservas de energia, a mudança climática iminente e a diminuição da biodiversidade no planeta.

Inaugurada em Berlim, em 2010, a mostra “Exemplos a seguir! Expedições em estética e sustentabilidade”, que chega à Galeria Marta Traba, propõe um “grito” de conscientização à humanidade, sobretudo após os pífios resultados da Rio+20, e defende que a sustentabilidade, em sentido mais abrangente, deve incluir artes e ciências.

A exibição traz obras de artistas de vários países, entre eles, cinco do Brasil. A curadora alemã Adrienne Goehler selecionou trabalhos que dissolvem as fronteiras entre o ativismo, arte e invenções em vídeo, fotografias, performances e instalações relacionadas com a dimensão cultural, e conectam as experiências de iniciativas ambientais com a sua própria abordagem artística.

Serviço
22 de fevereiro a 27 de abril
De terça a domingo, das 9h às 18h
Galeria Marta Traba

Artista “costura” parques infantis pelo Japão

Toshiko Horiuchi MacAdam é uma das principais artistas de crochê do Japão. Antes mesmo da técnica artesanal ganhar conceito de arte, lá pelos idos dos anos 70, ela já apresentava instalações e obras usando linha e agulha pra produzir.

Hoje, ela vive no Canadá e se especializou na criação de ambientes interativos têxteis de grande porte, que funcionam como explorações imaginativas e vibrantes cheias de cor.

Entre as criações estão os parques infantis. A ideia surgiu na década de 1990 em uma exibição de suas obras em uma galeria de arte. Segundo a artista, duas crianças pediram para escalar a peça de crochê. Ela concordou e observou cautelosamente como sua suspensa e esticada obra se transformava em um novo brinquedo para as duas crianças.

Quase três anos depois MacAdam abriria seu primeiro crochet playground em conjunto com engenheiros da TIS & Partners e arquitetos da Takano Landscape Planning. Veja as imagens:

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Imagens: Reprodução

Evento gratuito sobre práticas sustentáveis começa amanhã em SP

Entre os dias 23 e 25 de abril vai acontecer a 2ª edição do SP.ECOERA. O evento, organizado por Chiara Gadaleta, do blog Ser Sustentável com Estilo, defende práticas sustentáveis nos segmentos de moda, arte, design, artesanato e gastronomia.

Para discutir a temática, a programação é variada e gratuita e inclui desfiles com marcas sustentáveis nacionais, workshops, degustações e debates. O público também pode conferir a exposição “A Tribo”, inspirada na sofisticação dos grafismos indígenas, em especial dos Kadiweus.

A cenografia foi construída com reaproveitamento de resíduos, com o uso de técnicas artesanais como o crochê e o estêncil. Para participar, envie um e-mail para specoera@gmail.com.

Confira a programação e o local aqui.